quarta-feira, 22 de abril de 2009

Fale a língua dos homens

CERTIFICADOS DE FLUÊNCIA EM INGLÊS SÃO CADA VEZ MAIS VALORIZADOS PELOS EMPREGADORES. MAS ESPECIALISTAS AVISAM: É PRECISO INVESTIR NO DIPLOMA QUE MELHOR SE ENCAIXE EM SEUS PLANOS DE CARREIRA.

Exibir no currículo um sonoro "inglês fluente" está deixando de ser o principal atrativo de quem deseja uma vaga no mercado de trabalho. Cada vez mais, os empregadores exigem que a dita habilidade seja comprovada. De preferência, com o aval de instituições especializadas na língua. Assim, para provar o nível e a influência no idioma, estudantes e profissionais têm recorrido aos exames internacionais de certificação.
Só no ano passado, o exame Internacional English language Testing System (IELTS), promovido pelo British Council no Brasil, no mesmo período, a procura pelo teste cresceu, no país, 25%. Em Brasília, 15%. "O IELTS tem sido procurado por estudantes que querem uma vaga em universidades fora do Brasil e por aqueles que querem imigrar para trabalhar. Além disso, aqui, ele também é aceito em empresas e universidades. O crescimento deve-se a essas várias possibilidades", justifica a diretora.
A diversidade também estende-se às opçoes de certificação. Há testes bem específicos, como o destinado a gestores de projetos, e outros que avaliam a fluência geral da Língua. Por isso, dizem especialistas em carreira, é preciso que o profissional escolha a prova que é valorizada pelas empresas do setor onde planeja atuar.
Correio Brasiliense. Brasília, domingo, 12 de abril de 2009.
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Mapa da Mina

Confira os detalhes dos concursos autorizados, em março, pelo governo federal.

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO I

Vagas: 230, para o cargo de analista em tecnologia da informação (nível superior)
Salário: R$2.989,28

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

Vagas: 260, para os cargos de especialista em regulação de aviação (200 vagas) e técnico em regulação de aviação civil (60 vagas), A primeira função exige conclusão de nível superior. A segunda nível médio.
Salários: R$5.234,64 (Técnico) e R$10.648,00 (Analista)

EXÉRCITO

Vagas: até 2.223, para cargos de níveis fundamental, médio e superior.
Salários: a definir.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA

Vagas: até 3.638, para o cargo de agente de pesquisa (nível médio)
Salário: R$600,00

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO II

Vagas: 287, para os cargos de analista técnico-administrativo (32) e agente administrativo (255). A primeira função exige conclusão de nível superior. A segunda, de nível médio.
Salários: R$2.870,00 (analista) e R$2.148,00 (agente).

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Vagas: 279, divididas entre os cargos de administrador (18), contador (5), economista (2), análise de sistemas (6) e agente administrativo (248)
Salários: R$3.000,00 (nível superior) e R$2.000,00 (nível médio).

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Vagas: 290, divididas entre cargos de agente administrativo (265), assitente de alunos (21), técnico em enfermagem (2) e bibliotecário (2) as três primeiras exige nível médio, e a última nível superior.
Salários: a definir.

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL

Vagas: 187, para os cargos de auxiliar institucional (70), técnico (60) e analista (57). A primeira função exige conclusão de nível médio. As duas últimas nível superior.
Salários: R$2.274,42 (auxiliar) e R$3.257,22 (técnico e analista).

Correio Brasiliense. Brasília, domingo, 5 de abril de 2009.
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Moderação em teste

Apesar do corte no orçamento, Governo autorizou, só em março, o preenchimento de 7.394 vagas em concursos. Para especialistas, número indica que a crise financeira não vai interromper as seleções.
Crise financeira X concurso tornou-se uma questão de gabarito controveso. Para alívio dos estudantes. Ao mesmo tempo em que avisa que tratará o assunto com moderação, o governo federal não para de autorizar novas contrataçõe. Só no mês passado, órgãos do Executivo receberam sinal verde para preencher 7.394 vagas por meio de seleções públicas. Para se ter uma idéia do montante de postos, basta fazer uma comparação com os empregos formais criados em todod o país em fevereiro. Foram 9.179, segundo o cadastro geral de Empregados e Desempregados. Ou seja, um mês depois, o Ministério do Planejamento liberou o equivalente a 80,55% dos postos abertos de norte a sul do Brasil.
E parece que a equipe do Ministro Paulo Bernardo vai manter o ritmo. No último dia 2, autorizou a Aeronáutica a contratar 95 professores, sendo 91 para turmas do ensino básico e quatro para o magistério superior. A estratégia é criticada por Nelson Marconi, professor de economia da Fundação Getulio Vargas. "Se o governo precisa aquecer o setor privado e está com as contas apertadas, não é uma boa solução contratar muita gente para órgãos públicos. Isso parace ter componente eleitoral", critica. Ainda assim, ele acredita que a oferta de vagas no funcionalismo vai continuar. "como o próximo ano é eleitoral", ele (o governo) não pode contratar. Mas acho difícil outra abertura de vagas desse tamanho", avalia. (...)
Correio Brasiliense. Brasília, domingo, 5 de abril de 2009.
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Seu Futuro Logo Ali

Pesquisa aponta as seis profissões que estarão em alta na próxima década. Há um universo de oportunidades a explorar, já que a maioria das funções sequer existe ainda. Sustentabilidade é o setor com maior potencial.
A primeira vista, ouvir falar em profissões do futuro pode remeter apenas a um mercado de tecnologia, dominado por super computadores que facilitam as tarefas dos homens. De fato, as máquinas vieram para ficar e serão essenciais em todos os setores do mercado . Mas, até o final da próxima década, a ênfase rescente na inovação, a busca por qualidade de vida e a preocupação com meio ambiente serão fatores primordiais no delineamento de carreiras promissoras.
É o que indica uma pesquisa do Programa de Estudos Futuros (Profuturo) da Fundação de instituto de Administração (FIA), ligada à Universidade de São Paulo (USP). O objetivo foi identificar novas profissões e carreiras que se consolidarão no mercado até 2020. Os 112 especialistas ouvidos pela fundação apontaram que negócios potenciais estarão no setor de serviços, em ativadades voltadas para a qualidade de vida, turismo e lazer, alimentação e meio ambiente. A idéia é mostrar quais as áreas em que as pessoas e os executivos devem apostar, ainda mais em tempos de crise. Esssas carreiras nada mais são do que tendências e demandas essencias da sociedade", explica a professora da FIA Renata Giovinazzo Spers, que participou do estudo.
O conceito de sustentabilidade lidera a lista. A função de gerente de ecorrelações foi citada por 72% dos entrevistados. "não adianta a empresa ter uma postura ecologicamente correta. São necessários profissionais especializados que possam concretizar projetos ambientais para ir além de uma consciência ecológica compartilhada. É preciso pôr a mão na massa e interagir com a sociedade", diz Renata Spers.
A profissão não existe exatamente com esse nome no mercado. Mas gerentes de sustentabilidade, gestores e engenheiros ambientais já desempeham atividades simlilares às do profissional do futuro. a diferença é que o gerente de sustentablidadede, na maioria das vezes, é apenas o responsável por executar programas. " No futro, o gerente de ecorrelações terá que ampliar seus conhecimentos em gestão e se comunicar ainda mais com os consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para maximizar programas ecológicos", ressalta Renata Spers.
O geólogo Christian Della Giustina, dotrando em desenvovimento sustentável na Universidade de Brasília (UnB), sabe que, na prática, a comunicações é tão importante quanto a gestão de projetos. Muito além de atuar em projetos de licenciamento de obras públicas e privadas, ele interage diariamente com comunidade, governo estaduais e federais para que os projetos saiam do papel. "A gente trabalha com uma equipe multidisciplinar, formada por biólogos, geólogos, empresários, o que reforça a importância da comunicação para uma melhor interação", ressalta o dono da Geo Lógica Consultoria, empresa criada dentro de programa de incubadora da UnB.
O leque de atuação para quem quer investir nesse nicho é variado. Há espaço nos setores público e privado, organizações não governamentais, universidades, além da possibilidade de abrir o próprio negócio. (...)
Correio Brasiliense. Brasília, domingo, 29 de março de 2009.
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Inclusão sem tamanho

Donas de casa unem seus talentos pra conquistar independência e espaço no mundo da moda. Com apoio especializado, cooperadas fazem bonito nas passarelas e chegam a ir ao exterior para se atualizar.
Os três ícones básicos do vestuário ganharam companhia. Enquanto no corpo encaixam-se peças P, M ou G, no mercado brasiliense, o I, de inclusão social traça caminho promissor nas máquinas de costura. Mulheres de diferentes pontos da cidade associam-se para, com agulha, linha e tesoura, buscar a independência financeira e resgatar a autoestima. Só a universidade de Brasília (UnB) apoia uma cooperativa com mais de 200 pessoas. O Sebrae do DF, 20 grupos. "Atendemos principalmente donas de casa sem profissão. Em vez de pegar ônibus lotado para fazer faxina, elas ficam em casa trabalhando e acompanhando a formação dos filhos", conta Ângela Terenzi, assessora da Secretaria de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia, que repassa recursos para cooperativas de todo o país. Segundo ela, que acompanha o desenvolvimento de 50 associações no DF, 80% das beneficiadas têm uma renda mesal satisfatória. "O valor pode até ser menor do que o dos maridos, mas parece render mais. Elas melhoram para mehorar o resto da família", avalia. Uma transformação social que ainda ganha toque de glamour. São cada vez mais comuns as participações de cooperativas em eventos de moda. "Muitos estilistas, pensando no mercado exterior, buscam o diferencial. Para isso, inserem em suas coleções as características regionais do Brasil, apostando cada vez mais em produções locais", explica Fernando Japiassu, presidente da Associação dos Exportadores de Moda do Distrito Federal. A edição pocket do Capital Fashion Week (CFW), por exemplo que aconteceu de 12 a 14 deste mês, contou com a paticipação do talentos do Brasil e da Bem Me Quero, apoida pela UnB. Profissionais da incubadora Social Solidária do Centro de Apoio do Desenvolvimento Tecnológico da universidade ajudaram no desenvolvimento da coleção exibida na sexta edição do evento. "São três níveis do projeto: formar pessoas para gerir o próprio negócio, dar assessoria em produção, além de fazer a ponte com o mercado", explica Pedro Herique Isaac da Silva, coordenador da área. O talentos do Brasil é uma iniciativa do Minsitério do Dsesenvolvimento Agrário. Mais de 2 mil mulheres de 11 estados e do DF contam com consultorias e recusos financeiros para transformar a biodiversidade em moda. " Os grupos têm autonomia, mas contam com ajuda de especialistas para dar um toque de profissionalização. Com isso, mostramos que agricultores são capazes de criar" destaca Patrícia Mendes, coordenadora nacional do projeto. (...)
Correio Brasiliense. Brasília, domingo, 22 de março de 2009.
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Mercado Cheio de Estilo

Em expansão, indústria da moda abre oportunidades para profissionais de áreas diversificadas. Do Nutricionista ao Maquiador, o Charmoso negócio movimenta carreiras criativas e promissoras.

Entre luzes e cliques, a atenção se volta para eles e, claro, para elas. Impecáveis, modelos roubem a cena, ou melhor , as passarelas com tamanha beleza e desenvoltura. Mas o mercado da moda não é assim, apenas contruído por beldades magérrimas que dão brilho e corpo as coleções no desfile. Para que um evento como esse se torne realidade e um sucesso é preciso produção e conhecimento. Nos bastidores, profissionais especializados suam a camisa para que as estrelas do espetáculo continuem ostentando o glamour inerente a moda.
Na última quinta-feira, por exemplo, mais de 10 pessoas entre maquiadores, estilistas, assistentes e produtores de moda contribuíram para o sucesso do desfile da marca brasiliense Jukaf, na edição Pocket do Capital Fashion Week 2009, que aconteceu até ontem, no Teatro Nacional. "Foi tudo muito tranquilo. Mas isso porque organizamos tudo antecipadamente e contamos com profissionais de várias áreas, além dos 22 modelos", diz Karina Lima Szervinsk, uma das sócias da Jukaf.
E não se engane. Até a beleza se curva a profissionalização. O crescimento da insdústria da moda tem estimulado a procura por novos modelos, chamados de newface, é verdade. Com isso, as agênccias especializadas ficam sempre dispostas a novas contratações. Muitas contam com os olheiros, que são responsávies por selecionar jovens em ambientes públicos.
Mas apesar da profissãode modelo ser o sonho de muitas adolescentes, a relalidade é menos divertida do que parece. O cotidiano do profissional se traduz numa preocupação constante com a pele , cabelo e corpo por meio de alimentação balanceada, com acompanhamento de nutricionistas. E não para por aí. Na Scouting, agência brasiliense de modelos, eles passam por curso de formação de passarela, expressão facial, aulas de etiqueta social, maquiagem e fotogenia. "Brasília se profissionalizou. Não adianta achar um rosto bonito nas ruas e mandar para uma casting (seleção de modelos). tem que prepará-los", diz Marina Sakamoto, diretora da agência. As top models famosas pelo mundo afora, como Gisele Bündchen, devem ainda dominar no mínimo o inglês, lembra Marina.
Os principiantes que sonham com milhões na conta bancária e fama internacional devem ir com calma. Na capital federal, os cachês variam de R$250 a R$350 por dia. em São Paulo, chegam de R$300 a R$400 por desfile, dependendo do profissional. "Há muitas agências e muita gente querendo trabalhar na área. Algumas empresas cobram barato por seus modelos e isso faz com que caia o preço de mercado para todos. Por isso, quem investe na formação tem mais chance de ser mais valorizado", depende Marina Sakamoto, ex-modelo que é também pedagoga e orientadora vocacional.
Muitos jovens por isso, saem de suas cidades em busca de mercados de maiores porporções, como São Paulo, que abraga filiais das agências mais influentes do mundo. A modelo Mairrana Maia, 17 anos, da Scouting, não pensou duas vezes antes de ir para a capital paulista. "lá , eu fiz vários cursos. Sei que, com isso, meu currículo tem um diferencial. Ainda mais que eu quero ir para o exterior", anima-se a jovem, antes de participar do casting de modelos para o Claro ParkFashion 2009.
No entanto, Pedro Henrique Mologni, 19 anos, lembra que a crise econômica também afetou o mercado paulista. "Muitos clientes e empresas reduziram os cachês", diz o modelo. Por esse motivo o brasiliense tem investido na formação com cursos de passare-la e até na graduação em fotografia em São Paulo. "Muitas meninas param de estudar. Mas acho importante conciliar a carreira de modelo com outra profissão e garantir a estabilidade financeira", ressalta.
Luísa Lopes, 19 anos, prefere investir na carreira. Entretanto, aposta em outro nicho, que vai além das passarelas e, segundo ela, paga muito bem. "Sou modelo comercial e fashion. Faço fotos e comercial. Nunca falta trabalho", diz a estudante do segundo semestre de direito. (...)
Correio Brasiliense. Brasília, domingo, 15 de março de 2009.
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Donas do Poder

Com otimismo, investimentos na qualificação e muita dedicação, elas ganham cada vez mais espaço numa área que - Alguém ainda se Lembra? Um dia já foi de domínio exclusivo dos homens: O empreendedorismo. O que une essas mulheres não é a estabilidade, tampoucoa data comemorativa. Elas têm trajetórias muito particulares, mas em todas se encontra uma característica comum: Alcançar o sucesso por esforço próprio. Seas estatísticas no dia Internacional das Mulheres ainda insistem em apontar que elas contam com menor participação no mercado de trabalho e renda inferior a dos homens, Cristiane Sterpark, Maria Lpucia Sousa Morais Loureiro, fogem aos números e fazem questão de mostrar como o empreendedorismo pode ser o caminho de negócios bem-sucedidose valorizados pelo mercado. As histórias de sucesso compartilham outro aspecto: as dificuldades sugiram desdeo início da carreira, mas foram bravamente superadas ao longo do tempo, graças ao investimento na formação profissional. Os avós maternos de Cristiane Strpark vieram fugidos da Ucrância para o Brasil, durante a Segunda Guerra Mundial, para se salvar da perseguição nazista. Desde cedo, o passado brasiliense de 27 anos se encarregava de anunciar que a vida não seria lá muito fácil. E como a condição financeira dos pais não era boa, em consequência da situação dos avós, o ingresso no mercado de trabalho não podia ser adiando. Aos 15 anos, quatro anos depois de perder o pai, Cristiane batalhava para permanecer no curso técnico de informática industrial, da Escola Técnica de Brasília (ETB). "Era muito difícil o curso. Tirava notas ruins. Pensava em desistir, mas não podia. Era gratuito e aquilo era minha única oportunidade de capacitação", relembra. Visão empreendedora que, desde cedo, a ajudou a superar as dificuldades. E graças a aposta na formação, ela consguiu o primeiro estágio. "Mas muitas empresas na área de TI (Tecnologia da Informação) não deixavam mulheres fazer as provas de seleção. Uma das empresas chegou a me fazer uma proposta. Recusei. Se faziam isso na seleção, imagina no dia a dia", afirma. Apesar de ser menor de idade, na época, e ter dificuldades na hora da contratação por não ser graduada, ela conseguiu emprego em várias empresas e órgãos, como ATTPS Informática e a Politec, onde se especializou em desenvolvimento de softwares. Com a valorização do trablho, estampada nas boas remurerações, conseguiu pagar a faculdade. E, hoje, é dona da Arqueiros, empresa de consultoria em TI. "Queria ser independente e ter o próprio negócio. Graças a minha experiência, procuro ter um bom relacionamento com os funcionários e ajudá-los em suas formações", conta. Para a Adrianne Rocha, gestora do prêmio de Sebrae Mulheres de Negócios do Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, a necessidade é a principal motivadora que leva grande parte das mulheres, assim como Cristiane, a empreender, seja devido a falta de emprego ou para ajudar na complementação da renda. "É claro que há aquelas que empreendem para realizar um sonho. Resultado é que o índice de mulheres empreendedoras chega quase a 50% do total de empreendedores nacionais", compara a gestora. E, de acordo com Adrianne Rocha, ao contrário do que muitos acreditam, as mulheres têm se infiltrado nos mais vanriados segmentos, do comércio e serviços aos negócios. "Muito além da necessidade de pessoal, é uma necessidade de mercado, que exige pessoas qualificadas, independentemente do gênero, com visão de mercado e competência. E isso elas têm", destaca Mara Dall'Negro, presidente da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais, a BPW de brasília. (...)
Correio Brasiliense. Brasília, domingo, 08 de março de 2009.
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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Mercado de Trabalho






A Construção da Comunicação Organizacional em uma Empresa.


A comunicação organizacional serve em um plano para harmonizar a comunicação externa com a interna, em outro, criar um clima motivador dentro de uma empresa onde educa, constrói novos valores e valoriza indivíduos. Serve, também, para produzir comunicação para o mercado organizacional e criar valores no mercado consumidor através da propaganda institucional. O profissional de comunicação é o mais indicado para assessor na comunicação organizacional e cria-se, enquanto esta estiver no plano de comunicação interna, meios de transmissão, ou seja, mídia interna que vai de um memorando a técnicas aprimoradas. É cada vez mais necessário que empresas de qualquer porte tenha a preocupação de ter um departamento de assessoria de comunicação. (...) http://www.borkenhagen.net/artigos/comunicorgan.htm

Comunicação Organizacional

É o tipo ou processo de comunicação que ocorre no contexto de uma organização, seja esta pública ou privada. Fazem parte da Comunicação Organizacional o conhecimento e o estudo dos grupos de interesse de uma instituição (públicos), o planeamento de práticas de comunicação nos âmbitos interno (comunicação interna) e externo (comunicação externa), aí compreendidos a escolha e os usos de medias empregadas, sua implementação e sua contínua avaliação. (...) http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_Organizacional.

O processo da comunicação pode ser: formal ou informal, pessoal ou empresarial e ser realizado através de manuais, normas técnicas ou modelo organizacional.
Os tipos de comunicação pode ser: gestual, textual e verbal.