Em expansão, indústria da moda abre oportunidades para profissionais de áreas diversificadas. Do Nutricionista ao Maquiador, o Charmoso negócio movimenta carreiras criativas e promissoras.
Entre luzes e cliques, a atenção se volta para eles e, claro, para elas. Impecáveis, modelos roubem a cena, ou melhor , as passarelas com tamanha beleza e desenvoltura. Mas o mercado da moda não é assim, apenas contruído por beldades magérrimas que dão brilho e corpo as coleções no desfile. Para que um evento como esse se torne realidade e um sucesso é preciso produção e conhecimento. Nos bastidores, profissionais especializados suam a camisa para que as estrelas do espetáculo continuem ostentando o glamour inerente a moda.
Na última quinta-feira, por exemplo, mais de 10 pessoas entre maquiadores, estilistas, assistentes e produtores de moda contribuíram para o sucesso do desfile da marca brasiliense Jukaf, na edição Pocket do Capital Fashion Week 2009, que aconteceu até ontem, no Teatro Nacional. "Foi tudo muito tranquilo. Mas isso porque organizamos tudo antecipadamente e contamos com profissionais de várias áreas, além dos 22 modelos", diz Karina Lima Szervinsk, uma das sócias da Jukaf.
E não se engane. Até a beleza se curva a profissionalização. O crescimento da insdústria da moda tem estimulado a procura por novos modelos, chamados de newface, é verdade. Com isso, as agênccias especializadas ficam sempre dispostas a novas contratações. Muitas contam com os olheiros, que são responsávies por selecionar jovens em ambientes públicos.
Mas apesar da profissãode modelo ser o sonho de muitas adolescentes, a relalidade é menos divertida do que parece. O cotidiano do profissional se traduz numa preocupação constante com a pele , cabelo e corpo por meio de alimentação balanceada, com acompanhamento de nutricionistas. E não para por aí. Na Scouting, agência brasiliense de modelos, eles passam por curso de formação de passarela, expressão facial, aulas de etiqueta social, maquiagem e fotogenia. "Brasília se profissionalizou. Não adianta achar um rosto bonito nas ruas e mandar para uma casting (seleção de modelos). tem que prepará-los", diz Marina Sakamoto, diretora da agência. As top models famosas pelo mundo afora, como Gisele Bündchen, devem ainda dominar no mínimo o inglês, lembra Marina.
Os principiantes que sonham com milhões na conta bancária e fama internacional devem ir com calma. Na capital federal, os cachês variam de R$250 a R$350 por dia. em São Paulo, chegam de R$300 a R$400 por desfile, dependendo do profissional. "Há muitas agências e muita gente querendo trabalhar na área. Algumas empresas cobram barato por seus modelos e isso faz com que caia o preço de mercado para todos. Por isso, quem investe na formação tem mais chance de ser mais valorizado", depende Marina Sakamoto, ex-modelo que é também pedagoga e orientadora vocacional.
Muitos jovens por isso, saem de suas cidades em busca de mercados de maiores porporções, como São Paulo, que abraga filiais das agências mais influentes do mundo. A modelo Mairrana Maia, 17 anos, da Scouting, não pensou duas vezes antes de ir para a capital paulista. "lá , eu fiz vários cursos. Sei que, com isso, meu currículo tem um diferencial. Ainda mais que eu quero ir para o exterior", anima-se a jovem, antes de participar do casting de modelos para o Claro ParkFashion 2009.
No entanto, Pedro Henrique Mologni, 19 anos, lembra que a crise econômica também afetou o mercado paulista. "Muitos clientes e empresas reduziram os cachês", diz o modelo. Por esse motivo o brasiliense tem investido na formação com cursos de passare-la e até na graduação em fotografia em São Paulo. "Muitas meninas param de estudar. Mas acho importante conciliar a carreira de modelo com outra profissão e garantir a estabilidade financeira", ressalta.
Luísa Lopes, 19 anos, prefere investir na carreira. Entretanto, aposta em outro nicho, que vai além das passarelas e, segundo ela, paga muito bem. "Sou modelo comercial e fashion. Faço fotos e comercial. Nunca falta trabalho", diz a estudante do segundo semestre de direito. (...)
Correio Brasiliense. Brasília, domingo, 15 de março de 2009.Entre luzes e cliques, a atenção se volta para eles e, claro, para elas. Impecáveis, modelos roubem a cena, ou melhor , as passarelas com tamanha beleza e desenvoltura. Mas o mercado da moda não é assim, apenas contruído por beldades magérrimas que dão brilho e corpo as coleções no desfile. Para que um evento como esse se torne realidade e um sucesso é preciso produção e conhecimento. Nos bastidores, profissionais especializados suam a camisa para que as estrelas do espetáculo continuem ostentando o glamour inerente a moda.
Na última quinta-feira, por exemplo, mais de 10 pessoas entre maquiadores, estilistas, assistentes e produtores de moda contribuíram para o sucesso do desfile da marca brasiliense Jukaf, na edição Pocket do Capital Fashion Week 2009, que aconteceu até ontem, no Teatro Nacional. "Foi tudo muito tranquilo. Mas isso porque organizamos tudo antecipadamente e contamos com profissionais de várias áreas, além dos 22 modelos", diz Karina Lima Szervinsk, uma das sócias da Jukaf.
E não se engane. Até a beleza se curva a profissionalização. O crescimento da insdústria da moda tem estimulado a procura por novos modelos, chamados de newface, é verdade. Com isso, as agênccias especializadas ficam sempre dispostas a novas contratações. Muitas contam com os olheiros, que são responsávies por selecionar jovens em ambientes públicos.
Mas apesar da profissãode modelo ser o sonho de muitas adolescentes, a relalidade é menos divertida do que parece. O cotidiano do profissional se traduz numa preocupação constante com a pele , cabelo e corpo por meio de alimentação balanceada, com acompanhamento de nutricionistas. E não para por aí. Na Scouting, agência brasiliense de modelos, eles passam por curso de formação de passarela, expressão facial, aulas de etiqueta social, maquiagem e fotogenia. "Brasília se profissionalizou. Não adianta achar um rosto bonito nas ruas e mandar para uma casting (seleção de modelos). tem que prepará-los", diz Marina Sakamoto, diretora da agência. As top models famosas pelo mundo afora, como Gisele Bündchen, devem ainda dominar no mínimo o inglês, lembra Marina.
Os principiantes que sonham com milhões na conta bancária e fama internacional devem ir com calma. Na capital federal, os cachês variam de R$250 a R$350 por dia. em São Paulo, chegam de R$300 a R$400 por desfile, dependendo do profissional. "Há muitas agências e muita gente querendo trabalhar na área. Algumas empresas cobram barato por seus modelos e isso faz com que caia o preço de mercado para todos. Por isso, quem investe na formação tem mais chance de ser mais valorizado", depende Marina Sakamoto, ex-modelo que é também pedagoga e orientadora vocacional.
Muitos jovens por isso, saem de suas cidades em busca de mercados de maiores porporções, como São Paulo, que abraga filiais das agências mais influentes do mundo. A modelo Mairrana Maia, 17 anos, da Scouting, não pensou duas vezes antes de ir para a capital paulista. "lá , eu fiz vários cursos. Sei que, com isso, meu currículo tem um diferencial. Ainda mais que eu quero ir para o exterior", anima-se a jovem, antes de participar do casting de modelos para o Claro ParkFashion 2009.
No entanto, Pedro Henrique Mologni, 19 anos, lembra que a crise econômica também afetou o mercado paulista. "Muitos clientes e empresas reduziram os cachês", diz o modelo. Por esse motivo o brasiliense tem investido na formação com cursos de passare-la e até na graduação em fotografia em São Paulo. "Muitas meninas param de estudar. Mas acho importante conciliar a carreira de modelo com outra profissão e garantir a estabilidade financeira", ressalta.
Luísa Lopes, 19 anos, prefere investir na carreira. Entretanto, aposta em outro nicho, que vai além das passarelas e, segundo ela, paga muito bem. "Sou modelo comercial e fashion. Faço fotos e comercial. Nunca falta trabalho", diz a estudante do segundo semestre de direito. (...)
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